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CABALCABAL -  Nasceu

Cabal conheceu a cultura hip-hop ainda criança, aos 8 anos, nas ruas de Nova York, onde morou por dois anos com a mãe, a arquiteta e produtora Priscila Pfromm, falecida em 2006. Antes de se dedicar exclusivamente à música, o rapper terminou o colegial nos Estados Unidos, desta vez emWashington, voltou para o Brasil e foi vendedor de consórcios de automóveis e estagiário do Citibank . "Comecei a fazer shows, dormir tarde e perdia a hora do trabalho", lembra. O ultimato do gerente do banco não demorou, a música ou o emprego. Apoiado pela família, Cabal escolheu as rimas.

Cabal quer popularizar o hip-hop com sucessos de massa. Para isso, aposta em mensagens positivas. "Não é todo mundo que quer escutar algo como "minha mãe está chorando" ou "vou assaltar um banco", diz. Conta, ainda, com parcerias inusitadas. O cantor Xororó, sempre que quer brincar com o rapper, diz: "É nóis na fita, mano!". Cabal afirma que nasceu uma amizade sincera entre ele e Xororó e vê uma essência parecida entrerap e música sertaneja . "A música sertaneja começou com a moda de viola, o cara do interior contando os ‘causos’ dele. O rap também é um pouco isso, um cara contando o cotidiano dele na cidade, na periferia."

O ano era 1998, o bairro, Vila Madalena, e o espaço era o Brancaleone, uma das noites mais quentes de São Paulo, onde você ouvia tudo de black music: soul e funk dos anos 70, hip-hop, R&B, samba rock e acid jazz. Era um dos poucos lugares que abriam espaço para o DJ testar novos sons do hip-hop nacional. Entre o público que frequentava a casa, tinham as pessoas comuns e artistas consagrados. O público comum podia dividir o mesmo espaço com os artistas de sucesso e assim dividir suas experiências. "Foi neste ambiente que conheci o Daniel, que mais tarde seria conhecido como o rapper Cabal. Garoto branco, classe média, mas detentor de um talento de rimar importante, só visto por aqueles que vieram da velha escola, a arte de improvisar em cima das bases, sem decorar letras", diz DJ Hum.

Entre algumas idas e vindas, aos 24 anos ele se reestabeleceu em São Paulo e teve o prazer de conhecer trabalhos de artistas importantes como Racionais MCs, Thaíde & DJ Hum e SP Funk, decidindo dessa maneira o rumo que daria em sua vida, e mesmo que sua aproximação com a cultura tenha sido ainda na infância, ele teima em dizer que sua carreira como MC rapper iniciou-se apenas em 2003. Participando do projetoMotirô, idealizado pelo DJ Hum, Cabal divide suas rimas com o vocal afiado do cantor black Lino Crizz , e juntos foram responsáveis pelo hit das pistas de dança e FMs do país; "Senhorita", faixa da compilação Humbatuque Clube, nome também do selo independente de DJ Hum, que reúne artistas de renome comoPaula Lima, Xis e SP Funk. 

Qual o próximo passo na carreira de um artista quando sua primeira gravação como profissional ferve do salão de baile à pista do club? Um artista que com um único sucesso ganhou prêmios, reconhecimento e um contrato com uma grande gravadora? Se o mercado musical é uma selva, ele pode ter se lambuzado com a isca que o prenderia numa armadilha, a de ser "artista-de-um-sucesso-só". Cabal transforma armadilha em rima. OMC natural de São Paulo, criado entre a Babilônia e o Brooklyn nos Estados Unidos, é uma das vozes por trás do hit "Senhorita", gravado em parceria com DJ Hum e Lino Crizz, sob o nome de Motirô e executado em todo o país durante o ano de 2005. O álbum é o teste que coloca seu talento na berlinda. PROva Cabal é o nome de seu primeiro disco.

Ele antecipa o julgamento popular para um tribunal, logo na vinheta de abertura, o rapper está no banco dos réus, acusado de ser umMC pop. O ator Paulo César Pereio faz a voz do juiz. Cabal se declara inocente. A estratégia da defesa é clara, manter as meninas na pista e acabar com a desconfiança dos manos. A sua história no rítmo e poesia começou nas festas que freqüentava, quando versava em cima de uma base tocada pelo DJ. Agora é hora de sair do lado da cabine, se o rap é a trilha sonora, é hora dela ser cantada em português. O grande público conhece o hip-hop que canta a situação social, a periferia e as injustiças, que faz referência ao samba e a comunidade. Ele aborda os mais diversos assuntos nas 14 faixas que compõe o disco, incluindo vinhetas como a de abertura. Fala de amor, de diversão, da situação do país, dos amigos e inimigos que encontra no caminho. Trechos de músicasbrasileiras foram sampleados, copiados e repetidos, permitindo, pela primeira vez autorizado pelos autores, que Erasmo & Roberto colaborem com a faixa "Viver Bem" e que Gilliard canta um trecho de "Momentos (4 de Abril)". Obra dos mais conceituados produtores brasileiros do gênero, Zé Gonzales, DJ Nuts, Mr. Bomba e DJ Cia, que colocaram seu talento em bases que não devem nada para os sucessos internacionais.

Para acompanhar Cabal no microfone, são vários os aliados convidados, como é costume nesse estilo, Helião e Negra Li estão em "Representa", Rhossi reclama da falta de organização do país ao seu lado em "Org. & Progresso", Leilah Moreno suinga em "Mexe seu Corpo" e ainda há espaço para P. Rima, Bomba e J. Black rimarem também. São eles, junto com Rappin' Hood e Primo Preto, as testemunhas de defesa desse julgamento. Da primeira á última música, o tribunal prossegue embalado por diferentes batidas, todas igualmente envolventes. Cabal é posto à prova por procurar abrir um espaço novo. Ele sabe que é culpado até que se prove o contrário, que muita gente não vai sequer ouvir seus argumentos antes de condená-lo. Mas a inocência de todo cidadão é garantida por lei.

Grammy Latino

Ele já ganhou um Grammy Latino com a dupla Chitãozinho e Xororó, pela música "Vida Marvada", em 2006, e foi artista revelação do Prêmio Multishow no ano anterior, graças ao estrondoso sucesso da música "Senhorita", feita em parceria com DJ Hum. Um daqueles casos em que a voz é mais conhecida do que o dono dela, o rapper Cabal ainda consegue passar despercebido em público. Pudera: branco, de família classe média e formado em administração de empresas, seu perfil é completamente diferente dos grupos e rappers bem-sucedidos no Brasil. "As pessoas se surpreendem quando me conhecem". Falam: ‘Nossa, imaginava que você fosse negão, achava que Cabal era um nome africano", diverte-se o paulistano.

Ele trabalha num novo disco que irá se chamar AC/DC conforme divulgado por ele mesmo, o Cabal próprio colocou várias músicas do CD no MySpace, também faz atualmente uma turnê pelos Estados Unidos, onde começa a fazer sucesso.



Discografia, Videos & Livros

  • 2006 - PROva Cabal
  • 2008 - AC/DC
Música
CABAL @ MusicaPopular.org Quarta, 10/10/2007 CDs **** Música Brasileira e MPB **** MPB


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Kukakikakiu - CABAL


 

Kukakikakiu é outro excelente trabalho do Cabala que você não pode deixar de conferir. São 14 faixas com o melhor de seu estilo, incluindo os destaques "Pra Sempre Vou Te Amar", "Vem me Livrar deste Abandono" e "Tem Gente na Pista". Um CD excepcional!

Ano: 2000
Gênero: Música Brasileira e MPB
Procedência:  Nacional
Playarte Music; ASIN: 7898133560088

Faixas

1. Kukakikakiu 
2. Fotografias 
3. Esse Amor 
4. Garota Light 
5. Mais Uma Vez Só 
6. Pra Sempre Vou Te Amar 
7. Encontro 
8. No Gingadinho 
9. Loucuras Sem Fim 
10. Vem Me Livrar Deste Abandono 
11. Dona Da Sedução 
12. Olhar Moreno 
13. Tem Gente Na Pista 
14. A Mesma Mulher 

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